quarta-feira, 11 de julho de 2018

O Om (ॐ) é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões.


Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto,Shabda Brahman.
O Om é o som do infinito e a semente que “fecunda”os outros mantras.O som é formado pelo ditongo das vogais a e u,e a nasalização,representada pela letra m. Por isso é que,às vezes,aparece grafado Aum. Estas três letras correspondem,segundo a Maitrí Upanishad,aos três estados de consciência:vigília,sono e sonho. “Este Átman é o mantra eterno Om,os seus três sons,a,u e m,são os três primeiros estados de consciência,e estes três estados são os três sons”(VIII).“O pranava — o mantra Om — é a jóia principal entre os outros mantras;o pranava é a ponte para atingir os outros mantras;todos os mantras recebem seu poder do pranava;a natureza do pranava é o Shabda Brahman (o Absoluto).

Escutar o mantra Om é como escutar o próprio Brahman,o Ser. Pronunciar o mantra Om é como transportar-se à residência do Brahman.
A visão do mantra Om é como a visão da própria forma. A contemplação do mantra Om é como atingir a forma de Brahman”Mantra Yoga Samhitá,73.
Na Índia,o mantra Om está em todas partes. Hindus de todas as etnias,castas e idades conhecem perfeitamente o seu significado.
Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.
Como fazer a vocalização correta sem nunca haver escutado este mantra da boca de alguém que sabe?
O mantra se faz numa exalação profunda,e sempre em ritmo regular. Após a exalação vem uma inspiração nasal prolongada.
Não pode haver tremor na voz ao repetir o mantra. A nota musical em que se emite o som não interessa em absoluto.

É aquela que resultar mais natural para você. Quando houver mais pessoas junto,todos devem tentar afinar-se.
O Om começa com a boca aberta,emitindo um som mais parecido com um a,mantendo a língua colada no fundo da boca e a garganta relaxada.
O som nasce no centro do crânio,se projeta para frente e vibra na garganta e no peito.
Após alguns segundos de vocalização,a língua deve recolher-se para trás. Assim,aquele som similar ao a,se transforma numa espécie de o aberto,que vai fechando progressivamente.
No final,sem fechar a boca,a língua bloqueia a passagem de ar pela garganta e o som se transforma em um m,que em verdade não é exatamente um m,mas uma nasalização. Esta nasalização se chama anunásika em sânscrito,que significa literalmente com o nariz,e deriva da palavra násika,nariz.
Mais claro,impossível. Em verdade,o mantra poderia grafar-se Aoõ. Neste ponto,o ar sai pelas narinas e o som vibra com mais intensidade no crânio. Aconselhamos que você treine colocando uma mão no peito e a outra na testa para perceber como a vibração vai subindo conforme o mantra evolui.Porém,se você prestar atenção à vibração que acontece durante a vocalização,perceberá que ao emitir a letra o inicial (que começa como um a,não esqueça),a nasalização do m já está contida nela. Ou seja,é um som que se faz com o nariz,e não uma letra m.
Ao perseverar na vocalização,você sentirá nitidamente que a vibração se origina no centro da cabeça e vai expandindo até abranger o tórax e o resto do corpo.
Resumindo,o Om começa com a boca aberta e termina com ela entreaberta.
Om é a vibração primordial,o som do qual emana o Universo,a substância essencial que constitui todos os outros mantras,sendo o mais poderoso de todos eles.

Ele é o gérmen,a raiz de todos os sons da natureza.“Com Om vamos até o fim o silêncio de Brahman (o Absoluto). O fim é imortalidade,união e paz. Tal como uma aranha alcança a liberdade do espaço por meio de seu fio,assim também o homem em contemplação alcança a liberdade por meio do Om.”Essa técnica é uma das mais antigas e eficazes que existem no Yoga. Estimula o ájña chakra,na região do intercílio,sede de manas,o pensamento,e buddhi,a intuição ou consciência superior. Existem sete formas diferentes de vocalizar o Om. Aqui veremos especificamente a sua utilização como dháraní,suporte para concentração.

Além desses bíja mantras principais,aparece ainda sobre as pétalas de cada chakra uma série de fonemas do alfabeto sânscrito são os bíjas menores,que representam as manifestações sonoras do tipo de energia de cada chakra. Desta forma,cada sílaba de cada mantra estimula uma pétala definida de um chakra particular. Este é o motivo pelo qual o sânscrito é considerado língua sagrada na Índia seu potencial vibratório produz efeitos em todos os níveis.

"Quando uma porta se fecha...outra se abre. 
Quando um caminho termina... outro começa. 
Nada é estático no Universo...tudo se move sem parar e tudo se transforma sempre para melhor.
Habitue-se a pensar desta forma... tudo que chega é bom...tudo que parte também. É a dança da vida..." 


André Luiz

Meditação é apenas ser.


É permitir-se estar no momento presente, inspirar e exalar, sem preocupações, sem expectativas, sem pressão. 
Nossos pensamentos são silenciados, emoções e sentimentos são aquietados... Nossa essência prevalece e nos torna mais focados em fazer o bem. 
Já pensou em como seria o nosso mundo se todos meditássemos desde cedo? 

ॐ Ooooommmmm


O Om ou Aum (ॐ) é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman.
O Om é o som do universo e a semente que "fecunda" os outros mantras.
Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso de todos eles. Ele é o gérmen, a raiz de todos os sons da natureza.
"Com Om vamos até o fim... o silêncio de Brahman (o Absoluto). O fim é imortalidade, união e paz. Tal como uma aranha alcança a liberdade do espaço por meio de seu fio, assim também o homem em contemplação alcança a liberdade por meio do Om."
Essa técnica é uma das mais antigas e eficazes que existem no Yoga. Estimula o ájña chakra, na região do intercílio, sede de manas, o pensamento, e buddhi, a intuição ou consciência superior. Existem sete formas diferentes de vocalizar o Om.
A Mandukya Upanishad contém uma descrição detalhada do Om, dando sua interpretação simbólica:[1]
Om, aquele imutável (akshara), é tudo o que existe. O que foi, o que é e o que será, tudo é realmente a sílaba Om; e tudo o que não está submetido ao tempo triplo é também, realmente, a sílaba Om. (Mandukya Upanishad, 1)
Na Índia, o mantra Om está em todas partes. Hindus de todas as etnias, castas e idades conhecem perfeitamente o seu significado. Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.

OM 🕉️ (pronuncia-se AUM), o som da criação


Muitos sábios de antigas civilizações acreditavam que toda matéria se compõe de uma energia básica: a vibração – descobertas mais recentes da Física convergem para a mesma ideia. A partir deste princípio, os antigos sustentavam que uma única vibração fundamental diferenciou-se dentre diversas outras gerando tudo o que existe no Universo. Neste contexto, uma sílaba em específico adquire importância substancial: OM (pronuncia-se AUM), o som da criação.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Sri Prem Baba

“Um dos maiores desafios do ser humano é o vício de querer ser aceito, respeitado e amado pelos outros. Porque nem sempre isso é possível. Inevitavelmente você vai se deparar com pessoas que não gostam de você, que não te respeitam e não pensam como você. Você vai encontrar pessoas que te odeiam e julgam suas escolhas; pessoas que te atacam, mesmo que sutilmente. Às vezes você não ouve um mau trato, mas sente a hostilidade no campo de energia e isso, muitas vezes, é o suficiente para você se sentir ameaçado e fechar o coração. O seu desafio é não cair nessa armadilha. Compreenda que o outro tem sua própria história e, por alguma razão, não está podendo te amar. Mas esse desamor não pode te afetar. O seu trabalho é fechar os olhos e ouvidos para o mal. Você percebe que ele existe, mas não dá alimento para ele.”